




O 5º encontro ocorreu mesmo local, no auditório da Escola Sizenando Silveira, do dia 18 de agosto .
Expus as orientações acerca do projeto que vem prescrito nas páginas 51 e 52 do Guia geral do GESTAR II, e mostrei às professoras a importância das mesmas começarem a preparar o projeto imediatamente. Também ficou estabelecido a partir de agora, que durante todos os encontros, nós reservaríamos um momento para discutir os projetos que estarão sendo construídos. Finalizamos esse primeiro momento com a exposição de mais dois relatos de experiência com os “Avançando na prática”. Ficou combinado que os demais seriam apresentados posteriormente, pois dessa forma gastaríamos muito tempo e com isso atrasaríamos a proposta do encontro desta data.
Apresentei o vídeo “O saber e o sabor” que recebeu aplausos no final pela maneira como abordou o processo da construção da aprendizagem. Abri para uma discussão que gerou muitas indagações acerca do processo de obtenção da leitura. A continuação da proposta foi a montagem do painel “descoberta da leitura” que os cursistas tinham que completar a frase: “eu li o mundo... e ele começou com...” cujo objetivo era fazê-los relembrar os momentos que os iniciaram no processo da leitura. Fechamos esse momento com a leitura dos depoimentos de Patativa do Assaré e de Paulo Freire contidos nas páginas 18 e 19 do TP4.
O momento seguinte se iniciou pelo vídeo “Letramento” objetivando um debate acerca do processo efetivo da leitura e da escrita que, no sentido amplo, é o resultado da interdependência entre leitor-texto-contexto.
Para trazer à tona o tema gerador do TP 4 que é “diversidade cultural: cultura, identidade e conflitos”, fizemos a dinâmica “ver pra crer”. A dinâmica é um jogo da memória que traz à tona elementos próprios da crendice, do mito e do imaginário do povo como, por exemplo, a ferradura, o trevo de quatro pontas, o pé de coelho, etc. Nessa atividade, acertava quem associasse corretamente a imagem às informações escritas sobre ela. Nem todas as imagens foram associadas corretamente porque faltou conhecimento prévio sobre alguns elementos como o sapo, por exemplo. Essa dinâmica objetivou a forma como o processo de leitura ativa acontece, e enfatizou a importância do conhecimento de mundo do leitor para que a mesma seja efetivada.
Iniciei a apresentação dos slides “Construção da leitura” e na medida que ia mostrando os elementos (contexto, texto, infratexto e intertexto) que contribuem para que a leitura se efetive, fui ilustrando com a apresentação de charges. Mostrei também às professoras a atividade 5 contida na página 24 do AAA4 (versão do professor), denominada “caminhada da leitura” e sugeri que os mesmas poderiam utilizá-la em sala de aula e com isso, começar a despertar o olhar dos(as) alunos(as) para o processo da leitura. Em seguida, fizemos o estudo dos fatores que incidem sobre a leitura.
Em seguida fiz a exposição dos slides sobre as Metodologias de sala de aula” com alguns comentários.
Assistir ao vídeo “Educar” foi a ultima tarefa proposta. Esse vídeo traz fragmentos de textos do escritor Rubem Alves sobre o ato de educar, retomando, dessa forma, as idéias do primeiro vídeo apresentado no dia. Ao final, pedi aos cursistas uma avaliação da oficina.
RELATO DO NOSSO 6º ENCONTRO!
Dia 25 de agosto de 2009 no auditório da Escola Sizenando Silveira.
Iniciei o nosso encontro pela atividade da página 38 do AAA4 do aluno. Identificamos na atividade os níveis de leitura que a mesma traz dentro do exercício. Fizemos uma breve discussão e na sequência duas cursistas expuseram suas experiências com o TP utilizado em sala de aula.
Demos então início à Dinâmica “Educar em três tempos” que utiliza um texto de Rubem Alves.
Demos então início à Dinâmica “Educar em três tempos” que utiliza um texto de Rubem Alves.
O segundo momento iniciou pelo vídeo “Variação Linguística” seguido dos slides de mesmo nome e foi feita a contextualização do assunto contido no TP1.
No terceiro momento iniciamos os “Momentos da fala”, dinâmica para conceituar “Oralidade”, “Oralização”, “Gênero oral” e “Linguagem oral”. Depois de feita a devida socialização, passei os Slides sobre “Produção e compreensão de textos orais” para sedimentar o assunto em pauta. Fechamos o quarto momento com o vídeo “Oralidade e escrita”.
O quinto momento foi realizado com a dinâmica “A história de Chapeuzinho em várias versões”. A dinâmica é a seguinte: Cada dupla de cursista ficou responsável pela criação de um texto oral que reproduzisse a fala de um apresentador de TV, por exemplo, Boris Casoy, Hebe Camargo, Cardinot, etc, e tinha que dar a noticia do desaparecimento de Chapeuzinho. Esse momento foi muito bom porque as cursistas puderam exercitar a oralidade de forma descontraída e criativa.
Finalizamos o encontro com o vídeo “Como o brasileiro trata a sua mulher”. Nesse vídeo, temos uma amostra de como se dá a variação lingüística de estado para estado do Brasil.
No terceiro momento iniciamos os “Momentos da fala”, dinâmica para conceituar “Oralidade”, “Oralização”, “Gênero oral” e “Linguagem oral”. Depois de feita a devida socialização, passei os Slides sobre “Produção e compreensão de textos orais” para sedimentar o assunto em pauta. Fechamos o quarto momento com o vídeo “Oralidade e escrita”.
O quinto momento foi realizado com a dinâmica “A história de Chapeuzinho em várias versões”. A dinâmica é a seguinte: Cada dupla de cursista ficou responsável pela criação de um texto oral que reproduzisse a fala de um apresentador de TV, por exemplo, Boris Casoy, Hebe Camargo, Cardinot, etc, e tinha que dar a noticia do desaparecimento de Chapeuzinho. Esse momento foi muito bom porque as cursistas puderam exercitar a oralidade de forma descontraída e criativa.
Finalizamos o encontro com o vídeo “Como o brasileiro trata a sua mulher”. Nesse vídeo, temos uma amostra de como se dá a variação lingüística de estado para estado do Brasil.

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