RELATO DO NOSSO 2º ENCONTRO
O encontro ocorreu no auditório do mesmo local,Escola Sizenando Silveira, no dia 14 de julho.
Iniciei o nosso encontro com a leitura do texto “Terra dos meus sonhos” de Sílvio Brito, depois fizemos uma breve discussão.
No segundo momento, formei duplas e sob forma de sorteio, disse aos cursistas, os comandos a serem seguidos na dinâmica: ler o texto de Silvio Brito em tom de reportagem, de salmo, de ironia, de musica, de apelação e de sussurro, pois o grande objetivo era construir um poema orquestrado. A atividade obteve grande participação do grupo e foi bastante elogiada posteriormente na avaliação do dia.
Finalizada a apresentação do segundo momento, pedi aos cursistas que abrissem as páginas 20, 36, 62, 68 e 71 do TP3 e pedi para que fizessem uma leitura dos textos expostos. Após uma breve leitura individual e silenciosa, pedi que eles se agrupassem em trios para dar início à próxima atividade que era a transposição de um gênero para outro. Daí os trios transpuseram livremente os textos que, por exemplo, eram do gênero fábula para gênero reportagem. Depois foi feita a socialização. Na sequência abrimos o TP na página 45 e lemos novamente o último parágrafo do ampliando as nossas referências – Gênero textuais: definição e funcionalidade para fechar a atividade.
Apliquei, sem eles saberem, a atividade proposta no AAA(atividades de apoio à aprendizagem)3 da página 34(versão do aluno) e 35(versão do professor). Tratava-se de uma atividade lúdica em que os trios escolheriam, na caixa de linguagem, um texto e, sem mostrá-lo ao grande grupo, dariam pistas: salientando linguagem, público alvo, intencionalidade e funcionalidade, no intuito dos demais participantes conseguir adivinhar o gênero que eles tinham em mãos. A atividade foi bastante movimentada. E houveram mais acertos do que erros na classificação dos gêneros. Após a conclusão do jogo, informei aos cursistas onde eles poderiam encontrar a atividade que tínhamos acabado de fazer. Foi um momento interessante porque foi o primeiro contato deles com os cadernos de atividades. Eu lhes expliquei também como poderiam utilizar os AAAs em sala de aula com os seus alunos. Salientei que no AAA do professor contém a mesma proposta do AAA do aluno, mas que na versão do professor, há todo um encaminhamento para o trabalho proposto.
O próximo momento foi reservado para trabalhar a sequência tipológica. Isso foi mostrado na atividade 8, página 76, do AAA versão do aluno. A atividade traz um trecho do conto Presépio e sugere o destaque das várias sequências estudadas no TP. Durante a discussão, resgatamos o assunto da página 129 do TP para finalizar o estudo teórico sobre o assunto.
Fiz um resgate da Lição de casa solicitada no encontro anterior (avançando na prática página 31) e lembrei-os de que no encontro subseqüente seriam feitas as socializações das experiências vivenciadas por eles em sala de aula.
Fechamos o encontro com o vídeo “Parábola do lápis” e fizemos uma breve discussão sobre a importância do trabalho em grupo e do compromisso que devemos assumir diante das novas experiências, mesmo que elas sejam difíceis de se realizarem.
O encontro ocorreu no auditório do mesmo local,Escola Sizenando Silveira, no dia 14 de julho.
Iniciei o nosso encontro com a leitura do texto “Terra dos meus sonhos” de Sílvio Brito, depois fizemos uma breve discussão.
No segundo momento, formei duplas e sob forma de sorteio, disse aos cursistas, os comandos a serem seguidos na dinâmica: ler o texto de Silvio Brito em tom de reportagem, de salmo, de ironia, de musica, de apelação e de sussurro, pois o grande objetivo era construir um poema orquestrado. A atividade obteve grande participação do grupo e foi bastante elogiada posteriormente na avaliação do dia.
Finalizada a apresentação do segundo momento, pedi aos cursistas que abrissem as páginas 20, 36, 62, 68 e 71 do TP3 e pedi para que fizessem uma leitura dos textos expostos. Após uma breve leitura individual e silenciosa, pedi que eles se agrupassem em trios para dar início à próxima atividade que era a transposição de um gênero para outro. Daí os trios transpuseram livremente os textos que, por exemplo, eram do gênero fábula para gênero reportagem. Depois foi feita a socialização. Na sequência abrimos o TP na página 45 e lemos novamente o último parágrafo do ampliando as nossas referências – Gênero textuais: definição e funcionalidade para fechar a atividade.
Apliquei, sem eles saberem, a atividade proposta no AAA(atividades de apoio à aprendizagem)3 da página 34(versão do aluno) e 35(versão do professor). Tratava-se de uma atividade lúdica em que os trios escolheriam, na caixa de linguagem, um texto e, sem mostrá-lo ao grande grupo, dariam pistas: salientando linguagem, público alvo, intencionalidade e funcionalidade, no intuito dos demais participantes conseguir adivinhar o gênero que eles tinham em mãos. A atividade foi bastante movimentada. E houveram mais acertos do que erros na classificação dos gêneros. Após a conclusão do jogo, informei aos cursistas onde eles poderiam encontrar a atividade que tínhamos acabado de fazer. Foi um momento interessante porque foi o primeiro contato deles com os cadernos de atividades. Eu lhes expliquei também como poderiam utilizar os AAAs em sala de aula com os seus alunos. Salientei que no AAA do professor contém a mesma proposta do AAA do aluno, mas que na versão do professor, há todo um encaminhamento para o trabalho proposto.
O próximo momento foi reservado para trabalhar a sequência tipológica. Isso foi mostrado na atividade 8, página 76, do AAA versão do aluno. A atividade traz um trecho do conto Presépio e sugere o destaque das várias sequências estudadas no TP. Durante a discussão, resgatamos o assunto da página 129 do TP para finalizar o estudo teórico sobre o assunto.
Fiz um resgate da Lição de casa solicitada no encontro anterior (avançando na prática página 31) e lembrei-os de que no encontro subseqüente seriam feitas as socializações das experiências vivenciadas por eles em sala de aula.
Fechamos o encontro com o vídeo “Parábola do lápis” e fizemos uma breve discussão sobre a importância do trabalho em grupo e do compromisso que devemos assumir diante das novas experiências, mesmo que elas sejam difíceis de se realizarem.

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