quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Despetalando a Margarida da Intertextualidade...


















RELATO DO NOSSO 4º ENCONTRO


O 4º encontro aconteceu no dia 04 de agosto como estava planejado e objetivou o trabalho com a Intertextualidade.
Começamos com a dinâmica “Leitura compositiva” que sugeriu a criação do personagem OZZY do Cartunista Angely. Esse foi um momento lúdico e contou com a participação ativa de todos os professoras. A preparação para o início da dinâmica se deu com a palavra MOTE e o canto repetitivo do mesmo. À medida que os cursistas cantavam eles iam desenhando o personagem, seguindo para isso os comandos que ia dando. Depois do último comando, eles expuseram seus desenhos e aí eu apresentei o OZZY para que os mesmos comparassem e vissem aquele(s) que mais se parecia(m) com o original. Eleitos os melhores textos, dividi-os em dois grandes grupos e pedi que eles criassem um par para o personagem. Depois da produção, fizemos um breve comentário e eu os levei a pensar sobre uma história infantil que trazia um menino e uma menina como personagens principais, tarefa que os remeteu ao conto João e Maria que foi narrado brevemente por uma professora. Na sequência, pedi que eles produzissem o conto João e Maria às avessas, que foi socializado posteriormente. Durante as apresentações, fiz algumas interferências a cerca do processo de intertextualidade no objetivo de colher algumas idéias que os mesmos obtinham a cerca do assunto.
Iniciamos na sequencia o estudo teórico quanto à Intertextualidade. Começamos revendo o conceito de texto, discurso, textualidade para finalmente chegar à Intertextualidade. Abordamos o conceito e vimos algumas imagens para contextualizar a teoria. Vimos também a funcionalidade do intertexto no vídeo “Garoto Bombril”. Em seguida, fiz uma dinâmica com eles para que as ocorrências da Intertextualidade viessem à tona. A dinâmica foi a seguinte: encontrar na pétala da margarida de papel a ocorrência pela qual se dá a Intertextualidade e explicar para o grande grupo. Esse momento foi de grande valia, pois algumas haviam esquecido os processos e puderam relembrar. Terminada a dinâmica, segui com os slides, mostrando e exemplificando os processos intertextuais.
Finalizada a apresentação teórica, fiz o fechamento expondo para eles o vídeo “Festa da música Tupiniquim” de Gabriel o pensador e abri para comentários.
Solicitei então uma produção escrita de uma paródia dos contos de fadas numa temática atualizada que foi posteriormente socializada pelos grupos.
Em seguida apresentei as orientações para a construção do projeto a ser desenvolvido pelos cursistas, fizemos alguns comentários. Na sequencia houve uma exposição do relato do avançando da pagina 31 de uma cursista.
Finalizei o encontro com uma avaliação escrita intertextual das cursistas e exibi o vídeo Sherk que traz um contexto intertextual dos personagens das histórias dos contos de fadas.



RELATO DO NOSSO 3º ENCONTRO


O encontro ocorreu no mesmo local, auditório da Escola Sizenando Silveira, no dia 28 de julho. A dinâmica “Não deixe a peteca cair” deu início ao trabalho proposto para as atividades desse dia. O objetivo da mesma era resgatar a teoria estudada no TP3 de maneira lúdica. O trabalho se deu da seguinte forma: a peteca era lançada de mão em mão sob a regência de uma música, quando a música parava de tocar, quem estava com a peteca na mão, escolhia um papel que estava dentro de um vaso e comentava a afirmação que estava sendo feita. As afirmações eram, por exemplo: três gêneros textuais orais, gênero x suporte, gênero que está sendo realizado nesta atividade, etc. O comentário era estendido a todas os participantes, se por acaso o que estivesse com a peteca não soubesse responder. Ao final da dinâmica, solicitei que os mesmos unissem as partes que tinham nas mãos e formassem alguma coisa. Foi ai que eles perceberam que os papéis formavam uma flor. Fizemos uma breve discussão sobre a simbologia da flor e da dinâmica realizada para o trabalho do GESTAR II. Esse momento foi muito positivo, pois as afirmações serviram para resgatar aquilo que já tinha sido estudado e tirar algumas dúvidas que eles ainda apresentavam. Finalizei a dinâmica com a apresentação do vídeo “Vivendo e aprendendo a jogar”. Como iríamos iniciar a socialização dos relatos dos cursistas acerca dos “Avançando na prática” aplicados por eles em sala de aula, senti a necessidade de criar alguns critérios para que a avaliação se efetivasse de maneira igual para todos. Dessa forma, expus os itens que seriam observados por mim no momento da socialização dos trabalhos, e entreguei também para eles, uma folha com o detalhamento desses, no intuito de que os cursistas, juntamente comigo, também fizessem observações positivas das experiências que estavam sendo apresentadas pelos colegas. Infelizmente não houve tempo para socializar todos os relatos, ficando assim alguns para serem apresentados no próximo encontro. A respeito dos que foram expostos, a avaliação que faço é que o trabalho com gêneros e tipos textuais sugeridos no TP3 se efetivou positivamente, visto que o encaminhamento dado pelos professores aos “Avançando” atendeu aos objetivos propostos. Finalizei o encontro com um texto, publicado no Jornal do Commercio no dia 12 de julho do corrente ano, que denominei “Desafios”, que apresenta a ação da águia diante da tarefa de empurrar os seus filhotes para fora do ninho no intuito dos mesmos aprenderem a voar sozinhos. Após a apresentação dos slides, abri a discussão sobre a simbologia do texto e solicitei também que os cursistas fizessem uma avaliação oral sobre o referido encontro.

BRINCANDO E APRENDENDO...

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