sexta-feira, 28 de agosto de 2009

RELATOS DO MES DE AGOSTO!

RELATO DO NOSSO 5º ENCONTRO!
























































O 5º encontro ocorreu mesmo local, no auditório da Escola Sizenando Silveira, do dia 18 de agosto .
Expus as orientações acerca do projeto que vem prescrito nas páginas 51 e 52 do Guia geral do GESTAR II, e mostrei às professoras a importância das mesmas começarem a preparar o projeto imediatamente. Também ficou estabelecido a partir de agora, que durante todos os encontros, nós reservaríamos um momento para discutir os projetos que estarão sendo construídos. Finalizamos esse primeiro momento com a exposição de mais dois relatos de experiência com os “Avançando na prática”. Ficou combinado que os demais seriam apresentados posteriormente, pois dessa forma gastaríamos muito tempo e com isso atrasaríamos a proposta do encontro desta data.
Apresentei o vídeo “O saber e o sabor” que recebeu aplausos no final pela maneira como abordou o processo da construção da aprendizagem. Abri para uma discussão que gerou muitas indagações acerca do processo de obtenção da leitura. A continuação da proposta foi a montagem do painel “descoberta da leitura” que os cursistas tinham que completar a frase: “eu li o mundo... e ele começou com...” cujo objetivo era fazê-los relembrar os momentos que os iniciaram no processo da leitura. Fechamos esse momento com a leitura dos depoimentos de Patativa do Assaré e de Paulo Freire contidos nas páginas 18 e 19 do TP4.
O momento seguinte se iniciou pelo vídeo “Letramento” objetivando um debate acerca do processo efetivo da leitura e da escrita que, no sentido amplo, é o resultado da interdependência entre leitor-texto-contexto.
Para trazer à tona o tema gerador do TP 4 que é “diversidade cultural: cultura, identidade e conflitos”, fizemos a dinâmica “ver pra crer”. A dinâmica é um jogo da memória que traz à tona elementos próprios da crendice, do mito e do imaginário do povo como, por exemplo, a ferradura, o trevo de quatro pontas, o pé de coelho, etc. Nessa atividade, acertava quem associasse corretamente a imagem às informações escritas sobre ela. Nem todas as imagens foram associadas corretamente porque faltou conhecimento prévio sobre alguns elementos como o sapo, por exemplo. Essa dinâmica objetivou a forma como o processo de leitura ativa acontece, e enfatizou a importância do conhecimento de mundo do leitor para que a mesma seja efetivada.
Iniciei a apresentação dos slides “Construção da leitura” e na medida que ia mostrando os elementos (contexto, texto, infratexto e intertexto) que contribuem para que a leitura se efetive, fui ilustrando com a apresentação de charges. Mostrei também às professoras a atividade 5 contida na página 24 do AAA4 (versão do professor), denominada “caminhada da leitura” e sugeri que os mesmas poderiam utilizá-la em sala de aula e com isso, começar a despertar o olhar dos(as) alunos(as) para o processo da leitura. Em seguida, fizemos o estudo dos fatores que incidem sobre a leitura.
Em seguida fiz a exposição dos slides sobre as Metodologias de sala de aula” com alguns comentários.
Assistir ao vídeo “Educar” foi a ultima tarefa proposta. Esse vídeo traz fragmentos de textos do escritor Rubem Alves sobre o ato de educar, retomando, dessa forma, as idéias do primeiro vídeo apresentado no dia. Ao final, pedi aos cursistas uma avaliação da oficina.













RELATO DO NOSSO 6º ENCONTRO!










Dia 25 de agosto de 2009 no auditório da Escola Sizenando Silveira.
Iniciei o nosso encontro pela atividade da página 38 do AAA4 do aluno. Identificamos na atividade os níveis de leitura que a mesma traz dentro do exercício. Fizemos uma breve discussão e na sequência duas cursistas expuseram suas experiências com o TP utilizado em sala de aula.
Demos então início à Dinâmica “Educar em três tempos” que utiliza um texto de Rubem Alves.
O segundo momento iniciou pelo vídeo “Variação Linguística” seguido dos slides de mesmo nome e foi feita a contextualização do assunto contido no TP1.
No terceiro momento iniciamos os “Momentos da fala”, dinâmica para conceituar “Oralidade”, “Oralização”, “Gênero oral” e “Linguagem oral”. Depois de feita a devida socialização, passei os Slides sobre “Produção e compreensão de textos orais” para sedimentar o assunto em pauta. Fechamos o quarto momento com o vídeo “Oralidade e escrita”.
O quinto momento foi realizado com a dinâmica “A história de Chapeuzinho em várias versões”. A dinâmica é a seguinte: Cada dupla de cursista ficou responsável pela criação de um texto oral que reproduzisse a fala de um apresentador de TV, por exemplo, Boris Casoy, Hebe Camargo, Cardinot, etc, e tinha que dar a noticia do desaparecimento de Chapeuzinho. Esse momento foi muito bom porque as cursistas puderam exercitar a oralidade de forma descontraída e criativa.
Finalizamos o encontro com o vídeo “Como o brasileiro trata a sua mulher”. Nesse vídeo, temos uma amostra de como se dá a variação lingüística de estado para estado do Brasil.






























sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Identificação dos cursistas

Ceci Schelling Soares da Silva, natural de Recife-PE,casada, um filho, graduada no curso de Letras na Universidade Federal de Pernambuco e cursando pós-graduação em Língua Portuguesa na Universidade Federal Rural de Pernambuco,tendo participado de formações continuadas, anteriores. Tenho mais ou menos 6 anos no exercício do magistério e atualmente leciono na Escola Rotary de Nova Descoberta. Minha maior expectativa com o curso Gestar II é aprender, trocar experiências e evoluir profissionalmente, me inteirando dessa nova foma de ensinar Língua Portuguesa , dentro da teoria do socio-interacionismo.
Olá, me chamo Rebeka Abreu, sou Olindense, solteira e, ainda, não sou mãe.
Sou formada em Letras\Inglês pela FUNESO há cinco anos e atualmente, estou fazendo a Pós-Graduação em Mídias na Educação pela UFRPE.
Participei de algumas Formações Continuadas pela SEDUC, as quais fazem parte da minha rotina escolar; de fato, me ajudam bastante a tornar as aulas mais interessantes e produtivas.
Quanto ao Gestar II, estou aprendendo e trocando experiências com as colegas de aula, já estou aplicando as atividades, e o melhor de tudo é que os alunos estão adorando!

Nome: Maria Valéria Pontes Guerra.Cidade:Recife Estado civil: Solteira, sem filhos.Curso superior: Letras,concluído em 2007 na UFPE.Pós-graduação:Linguística (em andamento)Nunca participei de outros cursos de formação continuada.Comecei a atuar na rede pública há 5 meses,mas já leciono há 6 anos, em cursos particulares. Acredito que o gestar trará mais subsídios para que eu possa tornar as aulas mais produtivas.

Maria de Lourdes Brito, solteira, residente em Recife é graduada em Letras – Vernáculo e Inglês pela Universidade Católica de Pernambuco, e pós-graduada em Literatura Comparada Aplicada á Literatura Brasileira pela FUNESO.
Atua no magistério desde 1998, tendo adquirido experiências durante a passagem por algumas escolas e estando, atualmente, na Escola Rotary de Nova Descoberta. Nunca participou antes de outros Cursos de Formação continuada.
O Gestar II significa um grande suporte para o bom desempenho do professor, visto que sua prática ajuda ainda mais no desenvolvimento do seu trabalho através de atividades propostas e também com a troca de experiências entre os colegas.

Sou Rosângela Maria Dias da Silva, formada em Lertras/InglÊs pela FUNESO(Fundação do Ensino Superiorde Olinda) - FOFOP(Faculdade de Formação de PRofessores),concluí em 1988.Fiz Especialização em Linguística aplicada ao Ensino da Língua Inglesa na FAFIRE concluída no ano de 2001. Sou natural de Recife - PE, casada com um filho maravilhoso de 7 aninhos. Sou professora da rede estadual desde 2007,atuando nas disciplinas de Português e Inglês, do Ensino Fundamental e Ensino Médio (EJA)Já trabalhei como mini-contrato antes de entrar na rede, e após entrar trabalhei como professor substituto. Já participei de capacitação em Meio Ambiente no ano de 2008 pela Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes,durante contrato naquele local. Espero com o GESTARII obter qualificação para trabalhar Textos com meus alunos. Não participei de nenhuma capacitação desde que entrei na rede, há 3 anos. A escola a qual trabalho não possui material didático. No ano passado recebemos EJA1 e EJA2 porém este ainda não recebemos e fica difícil preparar todo o materialpara o aluno.

Laudicéa de Sousa Pinheiro Ramos CapeloCidade: RecifeEstado civil: Casada, tenho 3 filhas, lindas e maravilhosas, Rebecka, Priscilla e Sarah.Tenho licenciatura plena em Letras, Portugues e Inglês, também sou bel em Teologia e estou concluindo meu mestrado nesta área. Meu curso de letras foi feita no UNIVERSITAS - Itajubá/MG, iniciei em 2000 e conclui em 2003.Infelizmente, ainda não deu para fazer uma pós em lingua portuguesa, na realidade quero partir de imediato para um mestrado.Quanto à cursos de formação continuada participo do que a equipe do PROJOVEM realiza todas as sextas-feiras. Estou atuando no magistério desde o ano de 2006, iniciei meu trabalho na Escola Dr. José Maria, ensinando Inglês para as 5ª series e também para o EJA, trabalhei lá durante dois anos. Em seguida fui trabalhar na Escola França Pereira, dando aulas de Português, para as 5ª e 6ª series, ensinando inglês para as 7ª e 8ª, com 200 h/s no Estado desde o inicio, assim complementei a minha carga horário na Escola São Miguel, ensinando para as 5ª, 6ª series ingles e português. Atualmente trabalho na Escola Dr. Francisco Pessoa de Queiroz, ensino Portugês e Artes para as 6ª, 7ª e 1 ano. A minha experiência na área do ensino, tem sido maravilhosa, porque a cada dia tenho aprendido com meus alunos, na realidade eles têm me ensinado a ser Professora, sai da faculdade com a teoria, mas na pratica eles são os meus mestres. As minhas perspectivas quanto ao gestar: receber orientações que me possibilitem alcançar o objetivo de ensinar da melhor maneira que puder. Não quero apenas passar na vida dos meus alunos de qualquer forma, quero deixar presente na vida deles o amor pelo conhecimento, pelo aprendizado... Espero, portanto que por meio do Gestar eu encontre respostas para a grande questão que levanto diarimente quando entro em uma sala de aula: consegui ensinar? Meus alunos aprenderam? O que passei vai modificar a vida deles? Vai realmente fazer diferença? consegui despertar o interesse deles pelo conhecimento? Acredito que o Gestar me oferece uma nova metodologia e que portanto é mais uma possibilidade de alcançar meus objetivos.

Eu, Maiza Mota da Silva Santana, nascida em 28/11/1967, em Recife, capital de Pernambuco, sou solteira, não tenho filhos. Graduada em Letras – Licenciatura em Língua portuguesa, desde 1990, pela UNICAP – Universidade Católica de Pernambuco. Passei no concurso para professora da Rede Pública de Ensino Estadual em 1993 e sendo efetivada em 09/03/1994, no contrato com a matrícula 177625-8, com 200h/a. Depois passei em outro concurso da mesma Rede, efetivada em 09/03/2004, com a matrícula 241213-6, com 150h/a.
Atualmente cursando Pós graduação em Tecnologia Aplicada ao Ensino da Língua Portuguesa, modalidade à distância, na UFPE, desde o inicio deste ano. Optei por esta pós graduação por acreditar que posso melhorar a minha prática docente, ao mesmo tempo em que estarei vinculada ao curso que melhor explora, atualmente, as novas tendências da sala de aula, bem como aponta a influência e o impacto causado pelo uso adequado das mídias na sala de aula. Em sala de aula, meu vínculo do segundo contrato, divide-se em 50h/a com Projeto de Ensino Religioso, 30 h/a língua portuguesa e 10h/a em Educação e Trabalho. São 3 tarefas bem distintas, mas trato com a mesma seriedade e compromisso abraçadas desde o início de minha carreira no magistério. Sendo assídua e procurando flexibilizar e inovar na prática docente. Quanto ao primeiro contrato, 12 anos na primeira escola, no bairro de Beberibe. Pedi transferência para Escola Professor Alfredo Freyre, localizada no bairro de Água Fria, em Recife. Escola de grande porte, mais de 2000 alunos, em três turnos. Ali pude localizar meus dois contratos e agora estou gestora adjunta faz 5 (cinco) anos. Tenho bom relacionamento com a comunidade escolar. Moro em uma casa ao lado da escola.
Espero que neste curso, GESTAR, eu continue com a mesma desenvoltura da minha pós graduação, sabendo que há uma expectativa maior, de minha parte, pela abordagem do curso de inovação na prática em sala de aula, principalmente, nas atividades que desenvolvemos. Sei também que terei de conciliar meu tempo, que penso ser a grande barreira, porém estou adaptando e me esforçando. Não tem sido fácil, contudo vale o “sacrifício”.
Amo o que sou e onde estou.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Despetalando a Margarida da Intertextualidade...


















RELATO DO NOSSO 4º ENCONTRO


O 4º encontro aconteceu no dia 04 de agosto como estava planejado e objetivou o trabalho com a Intertextualidade.
Começamos com a dinâmica “Leitura compositiva” que sugeriu a criação do personagem OZZY do Cartunista Angely. Esse foi um momento lúdico e contou com a participação ativa de todos os professoras. A preparação para o início da dinâmica se deu com a palavra MOTE e o canto repetitivo do mesmo. À medida que os cursistas cantavam eles iam desenhando o personagem, seguindo para isso os comandos que ia dando. Depois do último comando, eles expuseram seus desenhos e aí eu apresentei o OZZY para que os mesmos comparassem e vissem aquele(s) que mais se parecia(m) com o original. Eleitos os melhores textos, dividi-os em dois grandes grupos e pedi que eles criassem um par para o personagem. Depois da produção, fizemos um breve comentário e eu os levei a pensar sobre uma história infantil que trazia um menino e uma menina como personagens principais, tarefa que os remeteu ao conto João e Maria que foi narrado brevemente por uma professora. Na sequência, pedi que eles produzissem o conto João e Maria às avessas, que foi socializado posteriormente. Durante as apresentações, fiz algumas interferências a cerca do processo de intertextualidade no objetivo de colher algumas idéias que os mesmos obtinham a cerca do assunto.
Iniciamos na sequencia o estudo teórico quanto à Intertextualidade. Começamos revendo o conceito de texto, discurso, textualidade para finalmente chegar à Intertextualidade. Abordamos o conceito e vimos algumas imagens para contextualizar a teoria. Vimos também a funcionalidade do intertexto no vídeo “Garoto Bombril”. Em seguida, fiz uma dinâmica com eles para que as ocorrências da Intertextualidade viessem à tona. A dinâmica foi a seguinte: encontrar na pétala da margarida de papel a ocorrência pela qual se dá a Intertextualidade e explicar para o grande grupo. Esse momento foi de grande valia, pois algumas haviam esquecido os processos e puderam relembrar. Terminada a dinâmica, segui com os slides, mostrando e exemplificando os processos intertextuais.
Finalizada a apresentação teórica, fiz o fechamento expondo para eles o vídeo “Festa da música Tupiniquim” de Gabriel o pensador e abri para comentários.
Solicitei então uma produção escrita de uma paródia dos contos de fadas numa temática atualizada que foi posteriormente socializada pelos grupos.
Em seguida apresentei as orientações para a construção do projeto a ser desenvolvido pelos cursistas, fizemos alguns comentários. Na sequencia houve uma exposição do relato do avançando da pagina 31 de uma cursista.
Finalizei o encontro com uma avaliação escrita intertextual das cursistas e exibi o vídeo Sherk que traz um contexto intertextual dos personagens das histórias dos contos de fadas.



RELATO DO NOSSO 3º ENCONTRO


O encontro ocorreu no mesmo local, auditório da Escola Sizenando Silveira, no dia 28 de julho. A dinâmica “Não deixe a peteca cair” deu início ao trabalho proposto para as atividades desse dia. O objetivo da mesma era resgatar a teoria estudada no TP3 de maneira lúdica. O trabalho se deu da seguinte forma: a peteca era lançada de mão em mão sob a regência de uma música, quando a música parava de tocar, quem estava com a peteca na mão, escolhia um papel que estava dentro de um vaso e comentava a afirmação que estava sendo feita. As afirmações eram, por exemplo: três gêneros textuais orais, gênero x suporte, gênero que está sendo realizado nesta atividade, etc. O comentário era estendido a todas os participantes, se por acaso o que estivesse com a peteca não soubesse responder. Ao final da dinâmica, solicitei que os mesmos unissem as partes que tinham nas mãos e formassem alguma coisa. Foi ai que eles perceberam que os papéis formavam uma flor. Fizemos uma breve discussão sobre a simbologia da flor e da dinâmica realizada para o trabalho do GESTAR II. Esse momento foi muito positivo, pois as afirmações serviram para resgatar aquilo que já tinha sido estudado e tirar algumas dúvidas que eles ainda apresentavam. Finalizei a dinâmica com a apresentação do vídeo “Vivendo e aprendendo a jogar”. Como iríamos iniciar a socialização dos relatos dos cursistas acerca dos “Avançando na prática” aplicados por eles em sala de aula, senti a necessidade de criar alguns critérios para que a avaliação se efetivasse de maneira igual para todos. Dessa forma, expus os itens que seriam observados por mim no momento da socialização dos trabalhos, e entreguei também para eles, uma folha com o detalhamento desses, no intuito de que os cursistas, juntamente comigo, também fizessem observações positivas das experiências que estavam sendo apresentadas pelos colegas. Infelizmente não houve tempo para socializar todos os relatos, ficando assim alguns para serem apresentados no próximo encontro. A respeito dos que foram expostos, a avaliação que faço é que o trabalho com gêneros e tipos textuais sugeridos no TP3 se efetivou positivamente, visto que o encaminhamento dado pelos professores aos “Avançando” atendeu aos objetivos propostos. Finalizei o encontro com um texto, publicado no Jornal do Commercio no dia 12 de julho do corrente ano, que denominei “Desafios”, que apresenta a ação da águia diante da tarefa de empurrar os seus filhotes para fora do ninho no intuito dos mesmos aprenderem a voar sozinhos. Após a apresentação dos slides, abri a discussão sobre a simbologia do texto e solicitei também que os cursistas fizessem uma avaliação oral sobre o referido encontro.

BRINCANDO E APRENDENDO...















RELATO DO NOSSO 2º ENCONTRO

O encontro ocorreu no auditório do mesmo local,Escola Sizenando Silveira, no dia 14 de julho.
Iniciei o nosso encontro com a leitura do texto “Terra dos meus sonhos” de Sílvio Brito, depois fizemos uma breve discussão.
No segundo momento, formei duplas e sob forma de sorteio, disse aos cursistas, os comandos a serem seguidos na dinâmica: ler o texto de Silvio Brito em tom de reportagem, de salmo, de ironia, de musica, de apelação e de sussurro, pois o grande objetivo era construir um poema orquestrado. A atividade obteve grande participação do grupo e foi bastante elogiada posteriormente na avaliação do dia.
Finalizada a apresentação do segundo momento, pedi aos cursistas que abrissem as páginas 20, 36, 62, 68 e 71 do TP3 e pedi para que fizessem uma leitura dos textos expostos. Após uma breve leitura individual e silenciosa, pedi que eles se agrupassem em trios para dar início à próxima atividade que era a transposição de um gênero para outro. Daí os trios transpuseram livremente os textos que, por exemplo, eram do gênero fábula para gênero reportagem. Depois foi feita a socialização. Na sequência abrimos o TP na página 45 e lemos novamente o último parágrafo do ampliando as nossas referências – Gênero textuais: definição e funcionalidade para fechar a atividade.
Apliquei, sem eles saberem, a atividade proposta no AAA(atividades de apoio à aprendizagem)3 da página 34(versão do aluno) e 35(versão do professor). Tratava-se de uma atividade lúdica em que os trios escolheriam, na caixa de linguagem, um texto e, sem mostrá-lo ao grande grupo, dariam pistas: salientando linguagem, público alvo, intencionalidade e funcionalidade, no intuito dos demais participantes conseguir adivinhar o gênero que eles tinham em mãos. A atividade foi bastante movimentada. E houveram mais acertos do que erros na classificação dos gêneros. Após a conclusão do jogo, informei aos cursistas onde eles poderiam encontrar a atividade que tínhamos acabado de fazer. Foi um momento interessante porque foi o primeiro contato deles com os cadernos de atividades. Eu lhes expliquei também como poderiam utilizar os AAAs em sala de aula com os seus alunos. Salientei que no AAA do professor contém a mesma proposta do AAA do aluno, mas que na versão do professor, há todo um encaminhamento para o trabalho proposto.
O próximo momento foi reservado para trabalhar a sequência tipológica. Isso foi mostrado na atividade 8, página 76, do AAA versão do aluno. A atividade traz um trecho do conto Presépio e sugere o destaque das várias sequências estudadas no TP. Durante a discussão, resgatamos o assunto da página 129 do TP para finalizar o estudo teórico sobre o assunto.
Fiz um resgate da Lição de casa solicitada no encontro anterior (avançando na prática página 31) e lembrei-os de que no encontro subseqüente seriam feitas as socializações das experiências vivenciadas por eles em sala de aula.
Fechamos o encontro com o vídeo “Parábola do lápis” e fizemos uma breve discussão sobre a importância do trabalho em grupo e do compromisso que devemos assumir diante das novas experiências, mesmo que elas sejam difíceis de se realizarem.